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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Deepika Padukone - ದೀಪಿಕಾ ಪಡುಕೋಣೆ

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Deepika Padukone, a despeito de sua já inegável fama, é um rosto novo no cinema indiano. Começou num filme kannada em 2006, mas sua projeção inevitável ocorreu no ano seguinte, com o indiscutível Om Shanti Om.

No dia 5 de janeiro de 1986, Deepika nascia em Copenhage, na Dinamarca. Seu pai, Prakash Padukone, é um aposentado jogador de badminton (peteca com raquetes), com reconhecimento internacional, e sua mãe é uma agente de viagens. Quando Deepika tinha quase um ano de idade, mudaram-se de volta a Bangalore, na Índia. Ela também tem uma irmã mais nova, chamada Anisha.

Em Bangalore, Deepika estudou na Sophia High School e, depois, foi pra Mount Camel College. Enquanto estava na escola, ela treinava com o time estadual de badminton. Embora fosse uma jogadora de destaque, ela acabou não seguindo na carreira esportiva. Outro futuro a aguardava.

E foi então quando ela estava na faculdade que a carreira de modelo despontou no horizonte. Após um concurso de modelos em Bangalore, Deepika foi escalada por uma agência e logo começou a trabalhar pra várias marcas indianas e internacionais, como a Close-Up (pasta de dentes) e a Maybelline (esta última utilizou Deepika como sua modelo internacional). E não tardou para que, em 2006, ela fosse eleita a modelo do ano pela Kingfisher Fashion Awards, que culminou com sua escalação pra ser a representante oficial da Kingfisher Airlines (uma das principais companhias aéreas regionais da Índia) e da Levi's India.

E então, obviamente, no mesmo ano Deepika foi imediatamente escalada pra um filme de Sandalwood, em seu estado natal, o Karnataka, chamado Aishwarya (somente o nome é o mesmo de Aish, a Famosa). Mas algo muito mais recheado a aguardava no ano seguinte. Deepika estrelou, em 2007, o filme Om Shanti Om, ao lado de Shahrukh Khan, consagrando-se como rosto novo e promissor de Bollywood. Mas o mais importante disso é que este filme teve imenso sucesso fora da Índia, sobretudo na Alemanha, projetando Deepika de uma maneira ainda inesperada para a garota. Pelo filme, ela levou o prêmio de melhor atriz estreante no Filmfare Awards e no IIFA, além de ter já sido indicada ao prêmio de melhor atriz em ambas as premiações.

Em 2008, então, ela esteve somente em Bachna Ae Haseeno, ao lado de Ranbir Kapoor, tendo feito um considerável sucesso. No ano seguinte, Chandni Chowk to China, apesar das promessas, fracassou totalmente na Índia. Mas, ainda em 2009, Love Aaj Kal, ao lado de Saif Ali Khan, foi um dos maiores sucessos do ano.

Em 2010 ela esteve em Karthik Calling Karthik, ao lado de Farhan Akhtar, sendo razoavelmente bem recebido, e em Housefull, ao lado de Akshay Kumar, sendo já um dos maiores sucessos do ano. 

E ela está filmando, nesse momento, Khelein Hum Jee Jaan Sey, ao lado de Abhishek Bachchan e dirigido por Ahsutosh Gowariker, e Break Ke Baad, no qual contracenará com Imran Khan.

De março de 2008 a novembro de 2009 Deepika esteve junto de Ranbir Kapoor, estando agora solteira. Ele também está, aliás.
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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Bipasha Basu - बिपाषा बासु - বিপাশা বসু,

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Hoje é a vez de falarmos da bengalesa Bipasha Basu, a quinta atriz mais bem paga de Bollywood na atualidade. Sua família não faz parte do mundo do cinema, como outros e outras, mas sua carreira de atriz teve início graças ao seu despontar no mundo das passarelas, em meados da década de 90.

Embora de família bengalesa e tendo crescido em Calcutá, na realidade Bips nasceu em Nova Déli, no dia 7 de janeiro de 1979. Ela tem uma irmã mais velha, chamada Bidisha, e uma mais nova, chamada Vijayeta.

O ensino fundamental foi completado na escola Bhavan's Gangabux Kanoria Vidyamandir, em Calcutá. Posteriormente, foi estudar comércio na The Bhawanipur Gujarati Education Society College, na mesma cidade, enquanto também fazia um curso para modelos. Seu sonho, porém, era ser médica. No entanto, seu medo de dissecações fez tal sonho ruir e o caminho para a contabilidade surgiu à sua frente.

Por sorte, porém, no "hobby" de modelo, acabou conhecendo a renomada top-model Mehr Jessia, que sugeriu que Bipasha participasse no concurso do Ford Godrej Cinthol Supermodel. Ela participou e venceu, aos 17 anos de idade. Daí sua vida deslanchou.

Vencendo o concurso, mudou-se para Nova Iorque, onde trabalhou como modelo da Fundação Ford por alguns anos. Na Índia, porém, ficou famosa, é óbvio, e isso bastou para que logo fosse chamada pra trabalhar no cinema. Assim, no ano de 2001, estreou no filme Ajnabee, ao lado de Akshay Kumar, Bobby Deol e Kareena Kapoor. Sua atuação na estreia garantiu-lhe o prêmio de melhor atriz estreante no Filmfare Awards.

De Bollywood, saltou a Tollywood e fez o filme Takkari Donga, em 2002. No mesmo ano, foi protagonista do filme hindi Raaz, que acabou por ser o maior sucesso do ano. Em 2003, o filme Jism, com John Abraham, foi outro sucesso e Bipasha foi pela segunda vez indicada a um prêmio oficial no Filmfare Awards. Em 2004 e 2005, apareceu em nada mais que 12 filmes, embora nenhum tenha sido bem sucedido. No filme No Entry (2005), porém, foi indicada ao prêmio de melhor atriz coadjuvante.

No ano de 2006, dos oito filmes que fez, Bipasha fez uma aparição especial na cena de song-and-dance da música Beedi, no filme Omkara. Essa música, hoje muitíssimo conhecida por todos aqui no Brasil, por ter sido tema de abertura da novela Caminho das Índias, foi um super mega sucesso na Índia. Junto a isso, no mesmo ano ela apareceu no filme Dhoom 2, boa parte rodado no Rio de Janeiro, que acabou por ser o maior sucesso do ano - e um dos maiores sucessos de todos os tempos em Bollywood. O ano de 2006 foi definitivo para Bipasha.

Recentemente, Bips diminuiu o ritmo, tendo feito apenas dois filmes em 2007. Em 2008, porém, os três filmes que apareceu foram todos bem recebidos pela crítica e pelo público. Race, ao lado de Saif Ali Khan, Anil Kapoor, Katrina Kaif e Akshaye Khanna, foi o terceiro filme mais lucrativo do ano, atrás de Ghajini e Rab Ne Bana Di Jodi, este último também contando com ela em uma cena de música. O terceiro filme que fez no ano foi Bachna Ae Haseeno, muito bem recebido, como já dito.

Agora em 2009, Bipasha já apareceu em Aa Dekhen Zara, que fracassou. Mais quatro estão no prelo, sendo um bengalês, Sob Chorito Kalponik. Outro, Lamhaa, levantou polêmica nas filmagens, já que Bipasha fará o papel de uma líder muçulmana da Caxemira, conforme dissemos em janeiro, nesta postagem. E no momento, Bips anda muito ocupada com a filmagem dupla do filme Raavana, em tamil, e sua versão hindi Raavan. Embora ambos os filmes estejam sendo dirigidos por Mani Ratnam, os elencos serão distintos, com exceção de Bipasha, Aishwarya Rai e Vikram, que aparecerão nos dois.

E agora um poquito de vida pessoal. Mulherada, conformem-se, mas Bipasha namora John Abraham desde 2002. E a homenzarrada há que se conformar também, afinal, a indiana eleita por dois anos a mulher mais sexy da Ásia (em 2005 e 2007, de acordo com a britânica Eastern Eye) aparenta estar muito bem comprometida!

terça-feira, 30 de junho de 2009

Personalidades em luto pela morte de Michael Jackson

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Alguns podem não saber e nem imaginar, mas muito do que é feito hoje nas cenas de song-and-dance das indústrias de cinema da Índia deve-se muito à influência de Michael Jackson. Na década de 80, enquanto os filmes de Bollywood faziam cenas de música mais simples e geralmente sem grandes coreografias, Tollywood e Kollywood (as indústrias telugu e tamil, respectivamente), fundavam um novo paradigma no cinema da Índia.

O primeiro grande impacto veio com o que hoje é um dos vídeos virais de maior circulação da internet: a música Golimar, do filme telugu Donga (1985), hoje conhecido como "Thriller Indiano". Há vários dele no youtube, alguns sem legendas, outros legendados, outros vários parodiados. Mas praticamente todos já foram vistos milhões de vezes - e não estou exagerando. O que vai abaixo, por exemplo, já foi visto até esse momento mais de 16 milhões de vezes. Esse filme foi lançado três anos depois do lançamento do clipe Thriller, de Michael Jackson, que fundou uma nova era no mundo do show business, cuja influência imediatamente atingiu a Índia.

A partir desse clipe da música Golimar, a própria indústria telugu começou a reproduzir cenas de dança semelhantes, pois o sucesso era imediato e levava o público ao delírio. Um novo passo na consolidação desse estilo de song-and-dance no cinema da Índia veio, porém, nos finais dos anos 80, com a chegada de Prabhu Deva.

Embora Prabhu também seja conhecido hoje por outro super vídeo viral disseminado principalmente no Brasil, com o nome de "Rivaldo, sai desse lago", ele é uma super personalidade em Kollywood e é unanimimente chamado de "Michael Jackson da Índia". Suas aparições nos cinemas em língua tamil, na década de 90, eram sempre sucesso garantido. Tanto era assim que as indústrias vizinhas logo começaram a contratá-lo também, incluindo Bollywood. No entanto, ao que consta, ele sempre enfrentou uma certa resistência por aparecer em Bollywood, como forma de garantir o sucesso das indústrias de cinema do sul da Índia.

E foi justamente por essa resistência, que o cinema hindi de Bollywood viu-se obrigado a adaptar para si mesmo o novo paradigma que vinha do sul. E foi daí que nos anos 90 - e principalmente com mais força nos anos 2000 - as cenas de song-and-dance de Bollywood foram totalmente repaginadas e são hoje a grande referência do cinema indiano, com coreografias super elaboradas. Tudo isso por quê? Por causa de Michael Jackson.

As declarações das personalidades do cinema indiano sobre a morte de MJ foram muitas. Mithun Chakraborty, do cinema bengalês, mas também presente em filmes de Bollywood, como Chandni Chowk to China e Guru, disse que "sua contribuição ao mundo da música será imortal. Foi incrível, extraordinário, impressionante. Tentei copiá-lo em muitos filmes. (...) O legado musical do rei do pop será sempre lembrado. Pra mim ele ainda está vivo. Existo graças a ele". O diretor Anurag Basu, de Life in a... Metro, reafirmou que sua geração cresceu ouvindo MJ e que sua morte "é o fim de uma era".

O músico Shankar Mahadevan, do renomado trio SEL, reconhece que Michael Jackson "fez-nos pensar de forma diferente com seu sucesso 'Thriller'. Foi uma instituição da música moderna, que teve um grande sucesso de massas com excelência musical". Mas a declaração mais sentida vem mesmo de Prabhu Deva: "Hoje é um dia muito triste pra mim e pra todos os outros dançarinos do mundo. Michael Jackson era meu mentor. Eu cresci assistindo as suas danças e copiando seus passos. Mesmo hoje, quando faço coreografias de novas músicas, ou quando estou apenas dançando em casa, tudo seria impossível sem o conhecimento que adquiri de MJ. É realmente doloroso saber que meu herói não está mais aqui".

E pra fechar a postagem, veja a seguir o famoso Thriller Indiano e depois a cena da música Chikku Bukku Rayile, uma das mais famosas com Prabhu Deva, no filme tamil Gentleman (1993):





Fontes: Portal G1, Galatta.com e Wikipédia.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Festival de Cinema Telugu - Nova Jérsei


De 14 a 18 de janeiro estará ocorrendo o 1° Festival de Cinema Telugu em Nova Jérsei, nos Estados Unidos. A American Telugu TV é quem está patrocinando este festival de Tollywood, exibindo 14 filmes que fizeram sucesso em 2008 no estado sulino de Andhra Pradesh.

Serão exibidos os filmes Krishna, Atadishta, Ready, Kotha Lokam, Vaana, Parugu, Ullasamga Uthsahamga, Yuvatha, Ontari, Bathukamma, Gamyam, Kantri, Kathanayakudu e Ekkadikeluthundo Manasu. E o festival terá votação do público e premiações serão distribuídas.

Sugiro a todos que puderem não perderem a oportunidade de participar de um festival de cinema indiano que não é Bollywood. Muitos pensam que cinema indiano é Bollywood, quando isso está muito longe de ser verdade. Se alguém que estiver lendo esse blog e realmente for (ou tiver ido) neste festival, deixe aqui seu comentário sobre os filmes vistos!

Aqui está o site oficial do festival: http://www.tollywoodfilmfestival.com/main.html

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Cinema Telugu - తెలుగు సినిమా

A indústria de cinema telugu é aquela instalada no estado de Andhra Pradesh, cuja capital é a próspera cidade de Hyderabad. Este estado é mais um dos quatro no sul da Índia. Até agora já falamos sobre as indústrias regionais kannada, de Karnataka, e malayalam, do Kerala e, para completar a série das indústrias regionais do sul da Índia, ainda estará faltando falar sobre o cinema tamil, do estado de Tamil Nadu, cuja capital é Chennai, antiga Madras.


Com origem incerta, o nome da indústria de cinema telugu – Tollywood – provavelmente deriva de Hollywood, como sempre, unido com o nome da língua daquele estado, “telugu”. O fato é que, embora em segundo plano, Tollywood compete com Bollywood em número de filmes produzidos por ano e deve ter a segunda maior audiência do país. Tanto isso é um fato concreto, que o cinema de Andhra Pradesh não conta com patrocínios somente das indústrias de seu estado, mas também dos estados vizinhos, como o Karnataka. Não só bastasse isso, no estado sulino do Kerala, abordado em nossa última postagem, a maior parte do público de cinema está indo atrás das produções telugu, em detrimento dos filmes malayalam do próprio estado, indício claro da decadência citada na indústria de cinema malayalam.


Tollywood não apenas produz muitos filmes, mas também consegue atingir um certo grau de qualidade nas suas películas. Prova disso é também o fato de que muito de suas produções são posteriormente refilmadas em Bollywood ou em Kollywood, no estado vizinho de Tamil Nadu, outra grande indústria regional.


Mas o cinema de Andhra Pradesh ainda não se contenta só com isso e resolveu quebrar alguns recordes – não só indianos, mas também mundiais. Existem ali mais salas de cinemas que qualquer outro estado indiano, somando cerca de 2700 salas, sendo ao menos 150 na capital, Hyderabad. E Andhra Pradesh não é o maior estado do país, ficando ainda atrás do Maharashtra, Madhya Pradesh e Rajastão; é ainda o quinto em população e o terceiro mais rico da Índia. No Guinnes Book, o cinema telugu pontua recordes como tendo o diretor e a diretora que mais fizeram filmes no mundo, o maior número de filmes produzidos por só uma pessoa, o maior número de atuações em filmes para um ator e, ainda, um dos mais importantes, Tollywood sedia o maior estúdio de cinema do mundo – a Ramoji Film City, criado em 1996, numa área de quase 8Km². A foto acima é a entrada dos estúdios.


Bom, mas vamos à história. O cinema telugu começou cedo, em 1921, com o filme mudo Bhisma Pratighna, dirigido pela dupla de pai e filho Raghupati Venkaiah e R.S. Prakash. Ambos ainda produziram mais vários filmes mudos nessa década, focando sobretudo temas religiosos e morais. Com a chegada do cinema falado na Índia, Andhra Pradesh lançou seu Bhakta Prahlad em 1931, mas foi Lavakusa, em 1934, o primeiro grande sucesso. Dirigido por C. Pullaiah, este filme trouxe o público jovem para as salas de cinema telugu, mostrando na película um dos temas de maior sucesso até hoje na Índia: o Ramayana.


Em 1936, finalmente, o filme Prema Vijayam, de Krithiventi Nageswara Rao, inaugurou em Andhra Pradesh o que hoje é o tema de maior sucesso nos cinemas de qualquer região da Índia: dois jovens que se apaixonam e querem se casar, em detrimento do que as famílias desejam numa sociedade de casamentos arranjados. O rompimento dos temas mitológicos fez surgir nos anos subsequentes uma série de sucessos que tratavam não só de temas puramente amorosos, mas também de temas sociais Vandemataram e Malli Pelli, ambos de 1939, tocavam nas questões dos intocáveis e do dote que deve ser pago pela família da noive, até hoje não rompidas na Índia.


Na década seguinte, porém, a produção telugu caiu drasticamente, provavelmente por causa da Segunda Guerra Mundial, que acabou contando com a participação da Índia, ainda colônia britânica. Após a independência do país e reestruturação econômica, Andhra Pradesh, vagarosamente, voltou a produzir filmes.


Nos anos recentes, o cinema telugu desenvolveu-se de maneira acelerada no sentido de produzir mais e melhores filmes, somando cada vez mais prêmiações, não só dentro da Índia, mas também em festivais fora do país. Em 1979, Sankarabharanam, de K. Vishwanath, foi o primeiro filme telugu a ganhar o prêmio de melhor filme no National Film Awards. No ano seguinte, o filme Saptapadhi, de novo de K. Vishwanath, também ganhou o prêmio de melhor filme, no National Film Awards, tratando de temas sociais complexos. Em seguida veio Rudraveena, de K. Balachander, que ganhou o prêmio de melhor filme no National Film Awards, como também o de melhor direção de música e melhor playback para o ator Balasubramanyam. Em 2006 foi a vez de Hope, de Satish Saketty.


Mas não é só de Tollywood que vive o cinema telugu. Existem alguns consideráveis diretores independentes, produzindo desde filmes de temas sociais – que na verdade já vinham sendo tratados desde o princípio das produções regionais de Andhra Pradesh -, como também temas simples, como a luta de uma menina para aprender a dançar, em Vanaja (2006). Destacam-se B. Narsing Rao (Rangula Kala e Daasi) e Singitham Sreenivasa Rao (Samskara, Taram Marindi, Mayuri e Pushpak Vimanam).